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Cruzeiro pelo Alasca: tudo o que você precisa saber antes de embarcar

2 de set.
11 min de leitura

Olá!

Nós somos Edu e Adri, e aqui compartilhamos nossas experiências de viagens em família, sempre contando não apenas os lugares que visitamos, mas também tudo aquilo que gostaríamos de ter sabido antes de viajar.

Nós tínhamos muita vontade de conhecer o Alasca e acompanhávamos vários canais de viagem que já tinham estado por lá ou estavam planejando a viagem.

Foi pesquisando sobre o destino que descobrimos uma outra possibilidade: conhecer o Alasca em um cruzeiro.

E pensamos: por que não?

Sabíamos que não era exatamente um destino tradicional entre os brasileiros, mas fomos atrás das informações e descobrimos que fazer um cruzeiro pelo Alasca pode ser muito mais acessível do que imaginávamos.

Neste artigo vamos contar como foi nossa experiência e tudo o que você precisa saber para começar a planejar o seu.


Por onde começar a planejar um cruzeiro pelo Alasca?

A primeira coisa que fizemos foi pesquisar muito.

Começamos comparando os navios, as companhias de cruzeiro, os portos de partida, os diferentes itinerários e as cidades visitadas.

Depois de ler muitas avaliações e entender as diferenças entre as companhias, decidimos fazer nossa viagem com a Royal Caribbean.

E foi uma ótima escolha para nós.

Mas antes de comprar, existem alguns pontos importantes que você precisa analisar: época do ano, porto de embarque, duração da viagem, itinerário, tipo de cabine, documentação e os gastos extras.

Vamos explicar tudo.


Qual é a melhor época para fazer um cruzeiro pelo Alasca?

A temporada de cruzeiros pelo Alasca acontece principalmente durante os meses mais quentes do ano, geralmente entre maio e setembro.

Os meses de junho, julho e agosto correspondem ao período mais movimentado e costumam oferecer temperaturas mais agradáveis e boas oportunidades para observar a vida selvagem.

Mas existe um detalhe importante: cada época tem suas vantagens e desvantagens.

Nós escolhemos viajar em maio, porque queríamos encontrar um Alasca ainda bastante gelado. E conseguimos! Durante a viagem ainda encontramos neve pelo caminho e tivemos aquela sensação de estar realmente chegando ao Alasca que imaginávamos.

Outro fator que pesou na nossa decisão foram os mosquitos.

Durante o verão, principalmente em áreas de floresta, trilhas e regiões mais afastadas das cidades, os mosquitos podem ser bastante incômodos. Para algumas pessoas isso não é um problema, mas nós preferimos evitar.

No nosso caso, especialmente porque o Augusto é alérgico e eu particularmente odeio mosquitos, maio acabou sendo uma ótima escolha.

Por outro lado, quem viaja no auge do verão pode encontrar condições melhores para algumas atividades ao ar livre e maiores chances de observar determinados animais selvagens.

Ou seja: não existe uma única melhor época para todo mundo. É preciso escolher de acordo com o tipo de experiência que você procura.


Onde comprar o cruzeiro para o Alasca?

Nós compramos nosso cruzeiro diretamente pelo site da Royal Caribbean.

A companhia possui site brasileiro e, na área de cruzeiros para o Alasca, você encontra diferentes opções de navios, preços, datas, portos de embarque e itinerários.

Uma coisa muito importante é prestar atenção ao tipo de roteiro.

Existem cruzeiros que são ida e volta, saindo de uma cidade e retornando para o mesmo porto, e existem itinerários que são somente de ida, terminando em outra cidade do Alasca.

Isso faz bastante diferença no planejamento da viagem, porque, no caso de um cruzeiro só de ida, você precisará organizar também o transporte e a hospedagem depois do desembarque.

Nos cruzeiros da Royal Caribbean que fazem o Inside Passage, os principais portos de embarque incluem Vancouver, no Canadá, e Seattle, nos Estados Unidos.

Nós escolhemos Vancouver porque era uma cidade que queríamos conhecer há bastante tempo. Além disso, ainda não conhecíamos o Canadá, então conseguimos transformar a viagem em uma experiência ainda mais completa.


Quantos dias dura um cruzeiro pelo Alasca?

Os cruzeiros de ida e volta pelo chamado Inside Passage costumam ter aproximadamente 7 ou 8 noites.

O Inside Passage é uma rota marítima que passa por uma extensa rede de canais, ilhas e fiordes ao longo da costa do Alasca e da Colúmbia Britânica.

E uma das coisas mais legais é que os dias de navegação não são simplesmente "dias perdidos".

Muito pelo contrário.

Durante a navegação, o próprio trajeto já é uma das grandes atrações da viagem. Pela janela ou pela varanda do navio é possível observar montanhas, florestas, geleiras, ilhas e paisagens que mudam o tempo todo.

Também existem cruzeiros de somente ida, que podem ter aproximadamente 10 a 13 noites e seguem para regiões mais ao norte do Alasca.


Documentação: quais vistos são necessários?

Essa foi uma das partes que mais pesquisamos antes da viagem.

Como o Alasca é um estado americano, é necessário ter a documentação exigida para entrar nos Estados Unidos. Porém, dependendo do itinerário, você também passará pelo Canadá.

Como nós embarcamos em Vancouver, entramos no Canadá por via aérea e, por isso, tivemos que providenciar a autorização necessária para entrada no país.

Para brasileiros, é importante verificar as exigências atuais tanto do Canadá quanto dos Estados Unidos, porque regras de entrada podem mudar.

No nosso caso, depois que compramos o cruzeiro, a própria companhia passou a informar no processo de reserva quais documentos eram necessários para o itinerário escolhido.

Como foi nossa imigração?

Nós chegamos a Vancouver de avião e fizemos os procedimentos de entrada no Canadá.

Depois, no porto de Vancouver, antes do embarque no navio, passamos pelos procedimentos relacionados à entrada nos Estados Unidos, já que o nosso cruzeiro teria trechos em território americano.

Durante a viagem, em determinado momento, a equipe do navio também solicitou nossos passaportes.

Eles ficaram temporariamente com a administração do navio para que fossem realizados os procedimentos de entrada e saída dos países envolvidos no itinerário.

Inclusive, eles ligaram para nossa cabine para solicitar os documentos — e todo o contato foi feito em inglês.

Nossa recomendação é: antes de comprar, confira diretamente com a companhia de cruzeiro e com os órgãos oficiais de imigração quais documentos são necessários para o seu itinerário e para a sua nacionalidade.


Nosso itinerário pelo Alasca

Nosso cruzeiro foi o Alaska Inside Passage, a bordo do Serenade of the Seas, da Royal Caribbean.

Foi um cruzeiro de 8 dias, saindo de Vancouver.

O primeiro dia foi praticamente todo de navegação. O navio saiu de Vancouver por volta das 16h e seguimos navegando durante o restante do dia e também durante o dia seguinte.

Só fomos desembarcar no terceiro dia da viagem, em Sitka.

E isso já mostra uma das grandes vantagens de fazer esse roteiro: a própria navegação faz parte da experiência.

O navio passa por regiões costeiras cercadas por montanhas, ilhas e paisagens geladas. É impossível não ficar olhando pela janela ou indo até os decks externos para acompanhar o cenário.

Depois visitamos:

  • Sitka

  • Juneau

  • Icy Strait Point

  • Ketchikan

Depois de Ketchikan, começamos o retorno para Vancouver. Tivemos novamente dias de navegação e chegamos ao Canadá na manhã do oitavo dia.


Sitka: natureza e cultura nativa do Alasca

Nossa primeira parada foi Sitka, uma pequena cidade localizada na costa sudeste do Alasca, cercada por montanhas, floresta e mar.

Sitka tem uma história muito interessante e é conhecida pela forte presença da cultura indígena da região, especialmente dos povos Tlingit.

A cidade também tem uma importante herança russa. Sitka chegou a ser a capital da América Russa antes da transferência do Alasca para os Estados Unidos no século XIX.

Hoje, Sitka mistura natureza, história e cultura.

É possível caminhar pelo centro, visitar locais históricos, conhecer construções ligadas ao período russo e encontrar referências à cultura Tlingit.

Para quem gosta de natureza, a região também oferece trilhas, florestas e oportunidades de observar a vida selvagem.

Foi muito especial chegar ao Alasca justamente por uma cidade como Sitka, porque já tivemos aquele primeiro contato com a paisagem que estávamos esperando encontrar.


Juneau: a capital do Alasca

A segunda cidade do nosso roteiro foi Juneau, a capital do Alasca.

E existe uma curiosidade muito interessante sobre Juneau: apesar de ser a capital do estado, não existe estrada ligando a cidade ao restante da rede rodoviária do Alasca. O acesso é feito principalmente por avião ou barco.

Isso já dá uma dimensão de como essa região é diferente de outras cidades que estamos acostumados a visitar.

Juneau é cercada por montanhas, florestas e geleiras e é uma das principais paradas dos cruzeiros pelo Inside Passage.

Um dos grandes destaques da região é a Mendenhall Glacier, uma das geleiras mais conhecidas e visitadas próximas à cidade.

Juneau também oferece diversas opções de passeios, incluindo observação de baleias, trilhas, passeios de barco e experiências relacionadas às geleiras.

É uma cidade em que vale muito a pena pesquisar o que você quer fazer antes de desembarcar, porque existem muitas atrações e o tempo disponível no porto é limitado.


Icy Strait Point: uma experiência diferente

Depois de Juneau, nosso navio parou em Icy Strait Point.

E essa parada é um pouco diferente das outras.

Icy Strait Point não é exatamente uma grande cidade como Juneau ou Ketchikan. Trata-se de um destino turístico desenvolvido em uma antiga área de processamento de salmão, localizado próximo à comunidade de Hoonah.

A região é conhecida justamente pela proximidade com a natureza e pela cultura Tlingit.

É um daqueles lugares em que você desembarca e rapidamente percebe que está em um ambiente muito mais selvagem.

Entre as atividades disponíveis estão trilhas, observação de baleias, experiências culturais e outras atividades de aventura.

Uma das atrações mais conhecidas do local é a enorme tirolesa que desce pela montanha.

Mesmo para quem não pretende fazer nenhum passeio radical, Icy Strait Point é interessante para caminhar, observar a paisagem e conhecer um pouco mais da cultura local.


Ketchikan: a cidade do salmão

Nossa última parada no Alasca foi Ketchikan, outra cidade muito conhecida pelos cruzeiros.

Ketchikan fica no extremo sul do Alasca e é conhecida como uma das portas de entrada para o Inside Passage.

A cidade tem uma forte relação com a pesca, especialmente com o salmão, e também possui uma presença marcante da cultura indígena.

Um dos lugares mais famosos é a Creek Street, uma antiga área construída sobre as águas que hoje reúne lojas, restaurantes e construções históricas.

Ketchikan também é conhecida pelos seus totens indígenas, pelas florestas temperadas e pela grande quantidade de chuva.

Para quem gosta de natureza, é uma região excelente para observar a paisagem típica do sudeste do Alasca.

Como era nossa última parada antes de iniciar o caminho de volta para Vancouver, aproveitamos bastante o tempo em terra antes de retornar ao navio.


E os dias de navegação? São entediantes?

Essa é uma dúvida que muita gente tem quando vê um roteiro com tantos dias de navegação.

Mas nossa experiência foi justamente o contrário.

Não foi entediante.

O navio é enorme e tem muitas atividades, restaurantes, áreas externas, shows e espaços para simplesmente descansar e observar a paisagem.

Além disso, no caso de um cruzeiro pelo Alasca, a própria paisagem é uma atração.

Passar horas navegando enquanto você observa montanhas cobertas de neve, florestas, ilhas e fiordes é uma experiência completamente diferente de um cruzeiro tradicional.

Nós usamos os dias de navegação justamente para aproveitar o navio com mais calma.


Qual cabine escolher em um cruzeiro pelo Alasca?

Depois de escolher o roteiro e o porto de embarque, chegou outra grande dúvida: qual cabine escolher?

Existem diferentes categorias, principalmente:

  • cabine interna;

  • cabine com janela;

  • cabine com varanda;

  • categorias superiores e suítes.

Nós descartamos a cabine com janela porque, no navio que escolhemos, essas cabines ficam em uma região mais baixa do navio, próximas ao nível do mar. Não era exatamente o tipo de experiência que queríamos.

Já as cabines com varanda eram significativamente mais caras — praticamente o dobro no nosso caso.

Então decidimos economizar na cabine e gastar esse dinheiro com experiências durante a viagem.

Escolhemos uma cabine sem varanda e também não pagamos para escolher especificamente a localização. Deixamos que a própria Royal Caribbean fizesse a designação.

E foi uma ótima decisão.

Nossa cabine acabou ficando no Deck 8, em uma localização que consideramos muito boa, e o tamanho era ótimo para nós.

No final, percebemos que preferimos ter investido em passeios e experiências do que pagar a mais por uma varanda que, embora seja muito agradável, não era essencial para nós.



Quanto pagamos pelo cruzeiro?

Nossa cabine foi reservada para acomodar dois adultos e uma criança.

Na época da nossa viagem, a promoção que encontramos permitia que crianças dentro da faixa etária estabelecida pela companhia não pagassem a tarifa de hospedagem do cruzeiro, embora existissem taxas e encargos aplicáveis.

No nosso caso, o valor da cabine ficou em aproximadamente R$ 9.500.

Mas atenção: esse valor não deve ser usado como referência atual de preço.

As tarifas variam muito de acordo com a época do ano, navio, itinerário, categoria da cabine, número de passageiros e promoções disponíveis.

Além do valor do cruzeiro, também existem outras despesas que precisam entrar no orçamento, como taxas, gorjetas, bebidas, internet, excursões e gastos pessoais.


Gorjetas e taxas do cruzeiro

As gorjetas são uma parte importante do planejamento de um cruzeiro.

Em companhias americanas, é comum existir uma cobrança de gorjeta/taxa de serviço por passageiro e por noite.

Você normalmente pode escolher pagar esse valor antecipadamente ou deixar que ele seja cobrado durante a viagem, de acordo com as regras da companhia.

Nós preferimos pagar antecipadamente para já deixar essa despesa resolvida antes do embarque.


Pacotes de bebidas, internet e The Key

O cruzeiro oferece algumas bebidas básicas incluídas na tarifa, como água, sucos, chás, café e leite, dependendo das condições do pacote.

Mas existem diversos pacotes adicionais.

É possível contratar, por exemplo, pacotes de refrigerante, bebidas alcoólicas e cafés especiais.

Nós compramos o pacote de refrigerantes e também o de cafés especiais, que incluía bebidas do Starbucks disponíveis no espaço da marca dentro do navio.

E a internet?

A internet também é contratada separadamente.

Na nossa viagem, os pacotes de internet ficavam em torno de R$ 150 por noite por aparelho, mas esse valor varia bastante conforme o navio, a viagem e as promoções disponíveis.

Nós optamos por outra alternativa: The Key.

O The Key é um pacote/benefício adicional da Royal Caribbean que, entre outras vantagens, incluía para nós:

  • internet;

  • embarque prioritário;

  • almoço no dia do embarque;

  • prioridade em determinados procedimentos de desembarque nos portos;

  • café da manhã no dia do desembarque;

  • alguns benefícios e descontos no navio.

Para nós, acabou valendo a pena, principalmente porque também precisávamos de internet para duas pessoas.

E a internet funcionou muito bem durante nossa viagem.

Como os benefícios e condições do The Key podem mudar, vale conferir o que está incluído especificamente no seu cruzeiro antes de comprar.


É melhor contratar os passeios do navio ou fazer por conta própria?

Essa foi uma questão que também pesquisamos bastante.

Em todos os portos existem opções de passeios vendidos pela própria companhia e também é possível encontrar operadores locais, táxis e outras alternativas.

Nossa experiência, porém, fez com que preferíssemos contratar os passeios antecipadamente.

Um dos motivos é o tempo limitado em cada porto.

O navio chega pela manhã ou no início do dia e precisa partir novamente em um horário determinado. Isso significa que você precisa ter bastante cuidado para não contratar uma atividade que termine muito perto da hora de saída.

Também vimos filas grandes nos quiosques de venda de passeios nos portos.

Além disso, algumas pessoas relataram dificuldades para retornar à cidade depois de fazer determinados passeios por conta própria, especialmente quando os locais ficam mais afastados.

Por isso, para nós, contratar antecipadamente trouxe mais tranquilidade.

Não significa que fazer por conta própria seja ruim. Pelo contrário: para quem pesquisa bastante, conhece a região e sabe administrar os horários, pode ser uma ótima opção.

Mas, em um destino como o Alasca, onde muitas atrações ficam longe dos centros urbanos, planejamento é fundamental.


Afinal, vale a pena fazer um cruzeiro pelo Alasca?

Na nossa opinião, vale muito a pena!

Nós fomos para o Alasca sem saber exatamente o que esperar e acabamos voltando com uma impressão completamente diferente sobre viagens de cruzeiro.

O custo-benefício foi muito bom para nós, principalmente porque conseguimos conhecer várias cidades e paisagens diferentes sem precisar trocar de hotel, dirigir longas distâncias ou organizar todo o deslocamento entre os destinos.

Durante a viagem, tivemos contato com montanhas, geleiras, florestas, pequenas cidades, cultura indígena, vida selvagem e paisagens completamente diferentes das que estamos acostumados a encontrar.

E ainda tivemos o navio como parte da experiência.

Para quem está pensando em conhecer o Alasca, mas não sabe se deve fazer uma viagem de carro, motorhome ou cruzeiro, nossa dica é pesquisar bastante as três possibilidades.

O cruzeiro não substitui uma viagem terrestre pelo Alasca — são experiências completamente diferentes.

Mas para quem quer conhecer o sudeste do Alasca e o Inside Passage, passando por diferentes destinos em uma única viagem, é uma alternativa que certamente merece ser considerada.

Nós gostamos tanto da experiência que mudamos nossa opinião sobre cruzeiros e, com certeza, faremos outro.

Veja os vídeos completos na nossa playlist do Alasca

Nossa experiência pelo Alasca

Se você chegou até aqui porque está planejando sua própria viagem, esperamos que esse relato ajude a responder algumas das principais dúvidas que nós mesmos tivemos antes de comprar o cruzeiro.

O Alasca é um destino incrível, mas exige um pouco mais de planejamento do que uma viagem tradicional.

Escolher a época certa, entender o itinerário, verificar os documentos necessários, decidir a cabine, calcular os gastos extras e reservar os passeios com antecedência pode fazer uma grande diferença na experiência.

E se você quiser ver como foi cada uma das nossas paradas, nós também temos vídeos separados aqui no YouTube mostrando Sitka, Juneau, Icy Strait Point e Ketchikan, além de outros momentos da nossa viagem.

Esperamos que nossa experiência inspire você a conhecer esse lugar incrível — principalmente se estiver planejando uma viagem em família.

Até o próximo destino!

 
 
 

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